segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

6 meses

Meu Deus, 6 meses! Parece que foi ontem que eu saí da maternidade com ela. Às vezes, eu me pego olhando para a minha filha dormindo no berço e vejo o quanto ela cresceu. Ela ficava tão pequenininha naquele berço, ele parecia tão grande pra ela, agora, parece que foi feito para ela. Até a cadeirinha da Fisher Price, agora, está justinho para ela, ela já alcança os móbiles, já sabe puxar a cordinha para tocar a música, nem dá para acreditar.

Ela aprendeu várias coisas, uma delas foi tirar a chupeta da boca pra colocar na minha boca. Aprendeu também a abrir o zíper da bolsa que tem as coisinhas dela. Ela já tem firmeza e força na mão. Já quer tocar, pegar, segurar. Quer pegar tudo, quer mexer em tudo, quer conhecer tudo. Mas o mais legal é que ela já sabe o nome dela. Tem hora que ela fica entretida com alguma coisa, a gente chama e ela não atende. Mas quando ela ouve o nome dela, ela olha de imediato.

Ela já experimentou algumas frutas, mas sempre faz careta. Até pra água. Mas a pediatra disse que é normal. E a gente se diverte com as caretas, rs. Mas isso é só até ela se acostumar com os sabores diferentes.  Logo, ela já começa a comer papinha e fica tudo bem.

Enfim, ser mãe não é fácil, ninguém disse que seria, mas é absolutamente maravilhoso! Nada se compara à alegria de ser mãe, à emoção de cada aprendizado, de cada carinha feliz, de cada risada. É um amor tão grande que parece que vai transbordar! Só quem é mãe sabe. Estou muito orgulhosa! :-)


segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

5 meses

Nossa, está passando rápido! Cinco meses completou a minha princesinha. Já levei à pediatra e ela está com 61 cm e 6,255 kg. Aliás, mudamos a pediatra dela. Estamos muito satisfeitos com a nova. Extremamente atenciosa e preocupada com o bem estar do bebê. Adorei! Espero continuar com ela ainda por muito tempo.

A Catarina está cada vez mais exigente. Interage mais e, consequentemente, reclama mais também. Quer atenção o tempo inteiro e reclama se fica sozinha no berço. Eu não atendo aos "chamados" dela de pronto para não mimar. Deixo ela reclamando, converso com ela no berço, mas é difícil. Agora, ela já aprendeu a virar de bruços sozinha e a desvirar também. Já faz menção de engatinhar. Ainda não consegue porque falta força, mas já mexe as perninhas para engatinhar quando está de bruços.

Ah, ela já consegue pegar tudo também, principalmente, o meu cabelo. Não é de propósito, ela vê o cabelo como algo para se agarrar para não cair. Ela já abraça meu pescoço por reflexo, para se segurar. A cabeça ainda não está totalmente dura, mas já fica a maior parte do tempo levantada quando está no colo. Aliás, colo, só sentada ou de pé. Ela não quer saber mais de encostar a cabeça. Quer ver tudo ao seu redor. No carro, ela reclama no bebê conforto se não puder olhar a janela. Ela quer ver a paisagem e o que está acontecendo lá fora.

As emoções aumentaram. Ela ri com gosto e chora sentida. As gargalhadas estão mais gostosas, mais altas e é impossível não rir junto com ela. Acho que nunca ri tanto na minha vida. Ela é muito meiga. O sorriso dela derrete qualquer coração. Mas o mesmo acontece com o oposto. Quando ela resolve chorar, é de cortar o coração. Esses dias, o alarme do carro disparou dentro da garagem e ela chorou muito, eu praticamente chorei junto com ela. Mas foi o susto mesmo, porque ela não é de chorar por qualquer coisa. Nesse sábado, ela tomou a vacina dos 5 meses, a Menigocócica C, e antes mesmo de sair da sala, ela já tinha parado de chorar. Nesse ponto, ela é forte. Nunca ficou doente, nunca precisei dar um antitérmico que fosse.

Está tudo correndo bem, a pediatra disse que ela está ótima e eu estou muito contente. Minha filha está linda e saudável! E eu estou curtindo muito ser mãe!


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

4 meses

Depois de 4 meses, você se acostuma à rotina de um bebê. Nem se lembra mais do cansaço. Só quando seu corpo não aguenta mais, quando ele vem com tudo, quando derruba, é que a gente se lembra dele. Quando eu deito na cama é que eu percebo o quanto estou cansada. O corpo inteiro dói, sinto-me como uma estátua de pedra. Agora, ela está dormindo mais à noite. Demora um pouco para pegar no sono, ok, mas acorda mais tarde e dorme mais pesado.

De dia, ela fica mais tempo acordada e, por isso, há mais interação. Ela quer minha atenção o tempo inteiro. Abre um sorrisão quando converso com ela, fico imitando os sons que ela faz (para ela entender que eu falo a língua dela e correspondo) e adora quando dou risada junto com ela. Detesta ficar sozinha. Fica reclamando, até grita às vezes, quando não estou por perto ou estou muito concentrada no computador. (Agora ela não está reclamando porque está dormindo, rs.) Adora ficar no colo, mas sentada. Chia, reclama e faz cara feia quando a seguro deitada como recém-nascido. Já entendeu que é bom ficar no colo e ameaça um choro quando a coloco no berço ou no carrinho. Mas começo a conversar e uso um tom de voz suave e consolador para acalmá-la. E ela acalma. Às vezes, demora um pouquinho, mas acalma. Depois que ela dorme, eu sinto falta, rs.

Adora uma televisão. Gosta da Peppa Pig, do Doki e do Peixonauta. Os outros ela não assiste com tanta atenção. Quando vou amamentar, tenho que ir para o quarto ou desligar a TV, senão ela não mama. Ela também gosta dos DVDs do Baby Einstein e Baby IQ, mas ela acaba dormindo ou fica acordada, mas quietinha. Acho que é porque eu ouvia muita música clássica na gravidez, então, ela associou à calmaria. Quando ela quer bagunçar e eu coloco música clássica, ela fica mais calma, rs. 

No próximo sábado, ela vai tomar a vacina dos 4 meses. Dizem que essa é braba, mas espero que não dê reação nenhuma nela. Até agora, ela nunca teve reação alguma. Aliás, ela nunca ficou doente. Valeu a pena restringir as visitas quando ela era recém-nascida e ainda não tinha tomado nenhuma vacina. Inclusive, esse é um conselho que me deram e eu assino embaixo: restrinja as visitas até seu filho tomar as primeiras vacinas. Ouvi reclamação, chiação, mimimi, nhé-nhé-nhém, mas bati o pé e não deixei a Catarina receber visitas até tomar as vacinas dos 2 meses. É claro que na maternidade não tem como restringir (infelizmente, porque se dependesse de mim, nem chegariam perto da minha filha), mas, depois que ela veio pra casa, eu não quis saber. Toquei o Foda-se mesmo, com F maiúsculo. E ainda bem que meu marido me apoiou. Aliás, a ideia foi dele por recomendação de um conhecido e eu adorei, já que eu não queria ninguém perto dela mesmo. Ainda mais criança catarrenta e gente velha perebenta. Podem falar o que quiserem, sou brava mesmo e sou capaz de arrancar o couro de quem fizer mal à minha filha.

Mas agora está tudo certo, ela já recebe visitas normalmente, não estranha, fica de boa, na dela, interage com todo mundo, uma sem-vergonha, rs. Tenho que me segurar para conter o ciúme todas as vezes que pegam ela no colo. (Sim, eu sou completamente ciumenta e fiquei pior ainda depois de ter minha filha.) E nem adianta vir me dar lição de moral com relação a isso. Já fiz terapia e não adianta. Sou incorrigível. :-P

Estou mais para mamãe leoa! Rs.



sábado, 26 de outubro de 2013

1ª Gargalhada

Hoje, a Catarina deu sua primeira gargalhada. Foi a coisa mais linda que eu já vi. É claro que já vi um bebê gargalhando antes, mas hoje foi a primeira gargalhada da minha filha. Eu estava dando de mamar e a barriga dela deu o maior ronco. Ela estava olhando para mim, eu arregalei os olhos e falei "Uia! Que ronco deu a barriga!" Pronto! Foi o suficiente para ela cair na gargalhada. Comecei a gargalhar junto com ela, até chorei de emoção. Foi tão gostoso e tão espontâneo que me emocionei. Foi um momento único, nunca mais vou esquecer. Por isso, fiz questão de registrar aqui. Minha filhinha linda, com 3 meses e 20 dias, deu sua primeira gargalhada. E foi maravilhoso. :o)



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Volta ao trabalho

Minha licença maternidade acabou ontem e, hoje, volto a trabalhar. Ainda bem que vou trabalhar em casa, caso contrário, eu acho que não aguentaria ficar longe da minha filha. Não consigo imaginar deixá-la na mão de outra pessoa tão pequenininha assim. Mesmo porque, ela ainda mama no peito. É muito curto o tempo. A licença maternidade deveria ser de 6 meses, que é o tempo em que o bebê mama exclusivamente no peito. Depois disso, com as papinhas, fica mais fácil. Mas, mamando no peito, eu acho uma judiação separar da mãe. Já ouvi tanta história que a mãe volta a trabalhar e o bebê não quer mais leite materno, só artificial. Dói no coração só de pensar. É tão difícil conseguir amamentar, as dores, as rachaduras, o leite empedrado... Agora que tudo se acerta, não há dores, nem desconforto, a mãe tem que voltar a trabalhar. É inconcebível uma coisa dessas.

Bom, ainda bem que escolhi uma profissão que é possível trabalhar em casa sem crise. É claro que não tem a estabilidade de se trabalhar na empresa com salário fixo, mas, na minha opinião, nada paga esse tempo que eu fico com a minha filha, acompanhando o desenvolvimento dela, protegendo, educando e, o mais importante, criando laços. É claro que, nesse começo, não vou conseguir produzir o que eu produzia antes. Um bebê de 3 meses exige muitos cuidados ainda, mas nada paga o meu tempo com ela. Estou muito feliz por estar com ela e com meu coração em paz. E tocando a vida para frente! Logo, logo, ela vai ficar mais independente e aí vou conseguir produzir mais.


quinta-feira, 10 de outubro de 2013