quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Volta ao trabalho

Minha licença maternidade acabou ontem e, hoje, volto a trabalhar. Ainda bem que vou trabalhar em casa, caso contrário, eu acho que não aguentaria ficar longe da minha filha. Não consigo imaginar deixá-la na mão de outra pessoa tão pequenininha assim. Mesmo porque, ela ainda mama no peito. É muito curto o tempo. A licença maternidade deveria ser de 6 meses, que é o tempo em que o bebê mama exclusivamente no peito. Depois disso, com as papinhas, fica mais fácil. Mas, mamando no peito, eu acho uma judiação separar da mãe. Já ouvi tanta história que a mãe volta a trabalhar e o bebê não quer mais leite materno, só artificial. Dói no coração só de pensar. É tão difícil conseguir amamentar, as dores, as rachaduras, o leite empedrado... Agora que tudo se acerta, não há dores, nem desconforto, a mãe tem que voltar a trabalhar. É inconcebível uma coisa dessas.

Bom, ainda bem que escolhi uma profissão que é possível trabalhar em casa sem crise. É claro que não tem a estabilidade de se trabalhar na empresa com salário fixo, mas, na minha opinião, nada paga esse tempo que eu fico com a minha filha, acompanhando o desenvolvimento dela, protegendo, educando e, o mais importante, criando laços. É claro que, nesse começo, não vou conseguir produzir o que eu produzia antes. Um bebê de 3 meses exige muitos cuidados ainda, mas nada paga o meu tempo com ela. Estou muito feliz por estar com ela e com meu coração em paz. E tocando a vida para frente! Logo, logo, ela vai ficar mais independente e aí vou conseguir produzir mais.


quinta-feira, 10 de outubro de 2013

terça-feira, 8 de outubro de 2013

1ª vez no cinema

www.cinematerna.org.br
Ontem, a Catarina foi ao cinema pela primeira vez, graças à iniciativa Cine Materna (http://www.cinematerna.org.br/o-cinematerna.aspx), que incentiva mães com bebês até 18 meses a irem ao cinema com seus filhotes. Foi também a primeira vez em que saí sozinha de casa com a Catarina e que ela pegou metrô. Para a minha sorte, ela dormiu o caminho inteiro de ida e de volta. Mas ela curtiu a sessão de cinema. Ficou com os olhos arregalados para a telona, mexeu os bracinhos e as perninhas, e até deu umas risadinhas. Ela resmungou um pouco no começo, mas porque estava com fome. Dei a mamadeirinha (porque ainda não consigo amamentar em público) e ela ficou de boa! Havia muitos bebês chorando, mas a Catarina e o Théo (amiguinho da Catarina e filho da minha amiga que foi comigo) se comportaram direitinho! Ele ainda se comportou melhor que ela, pois a Catarina se incomodou um pouco com os outros bebês chorando sem parar. Mas o incômodo dela passou logo. Foi só balançá-la um pouquinho e conversar com ela para se acalmar. Uma pena termos esquecido de tirar foto, mas a próxima vez, a gente tira ;)

CineMaterna - Eu recomendo!

domingo, 6 de outubro de 2013

3 meses!

Hoje, minha princesinha completa três meses! Ai, que orgulho! Já está ficando durinha, está começando a ter consciência das mãos, não completamente, mas já consegue puxar a coberta e fica "chupando" as mãozinhas. Essa é a fase que as mangas das roupas ficam todas babadas, rs. Nem quer saber mais da chupeta. Quer só ficar chupando a manga da blusa. Ela também já vocaliza alguns sons, principalmente "Aguuuu" e "aaaaai" (mas não é de dor, rs). Já fica com a atenção voltada para os DVDs para bebês que eu comprei para ela, fica animada, arregala os olhos quando as cores são mais vibrantes ou o som é mais alto e, consequentemente, dorme menos. Como ela fica prestando atenção em tudo, assimilando o que se passa ao redor dela, ela fica mais tempo acordada. Mas é normal. Em compensação, dorme mais tempo. A noite passada, ela dormiu quase 6 horas. Nem acreditei quando acordei com o choro dela e já estava claro. Geralmente, ela acorda às três ou quatro da manhã para mamar.

Falando em mamar, está sendo uma delícia amamentar. Só agora entendo quando eu ouvia que amamentar é a melhor coisa do mundo! Aliás, acho que é a única coisa que eu vou sentir falta depois que ela crescer. Não sinto mais dor alguma, muito pelo contrário. Sinto dor quando ela demora para ter fome. É uma delícia quando ela está sugando e se alimentando. E sem contar que é um alívio quando ela esvazia o peito. Isso se deu graças a uma amiga que me aconselhou comprar a concha de amamentação. Ela evita que o bico se dobre no contato com o sutiã, evitando, assim, as rachaduras. Como não tem contato com o sutiã, as rachaduras cicatrizam rápido e logo a gente não sente mais dor ao amamentar. Eu uso até hoje. Uso e recomendo, rs.

Ontem, ela conheceu os padrinhos. Ela já os tinha visto na maternidade, mas, agora, ela conseguiu interagir com eles e eles ficaram encantados com ela. Não poderia ter escolhido padrinhos melhores. Eles curtiram muito ela. Dava para ver nos olhos deles. E foi muito gratificante. Ontem, também, ela viu outro bebê pela primeira vez. Filho de uma amiga minha. Passamos na casa dela e o bebê dela está com 6 meses. Fico feliz que ela não estranha outras pessoas. Ela sorri para todo mundo. Isso é ótimo! Não quero que ela seja chatinha e enjoada na presença de outras pessoas. Não tem coisa pior do que bebê que chora à toa. Minha filha é muito boazinha. Aliás, todo mundo diz isso. Desde pequena, ela só chora quando tem fome e sono. Nem quando a fralda tá suja ela chora. Ela é muito tranquila. Uma lady, rs. E é isso. Amanhã, ela vai conhecer o cinema. Vou levá-la pela primeira vez no cinema, graças ao Cine Materna (http://www.cinematerna.org.br/). Depois coloco um depoimento aqui sobre como foi :-)


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

2 meses!

Uma princesa! Sei que sou mãe, totalmente suspeita para opinar, mas, cada vez mais, a Catarina tem demonstrado ser uma princesinha. Agora, ela tem chorado muito pouco, não tem "ataques" de chororô, não faz escândalo, enfim, não me dá trabalho. Uma prova disso foi no sábado, quando fomos levá-la para vacinar. Passamos mais de 3 HORAS no laboratório por conta de burocracia e ela não deu um pingo de trabalho, ficou quietinha. Na única vez em que ela ameaçou de chorar, eu comecei a conversar com ela, cantar e acariciar o rostinho dela, e ela acalmou de novo. Na hora da vacina, é claro que ela chorou, mas não fez escândalo. Chorou por conta da dor da picada, mas assim que as duas injeções foram dadas, já peguei ela no colo e ela acalmou. E não chorou mais. No carro, voltando para casa, ela dormiu o tempo todo no meu colo. Uma lady!

A fase mais estressante passou. Agora, ela chora menos, reclama menos, meu peito dói menos, fora isso, ela começou a dar mais sorrisos, até risadinha ela já deu algumas. Quando ela me vê, ela sorri. Não há nada mais lindo e gratificante do que isso. Eu estou com mais paciência, e ela também está mais paciente, não chora por qualquer coisa. Um exemplo, quando ela não conseguia pegar o peito para sugar, ela logo começava a chorar. Agora, ela tenta uma, duas, três vezes e continua tentando, até conseguir pegar e sugar. Para me chamar, não chora mais. Ela dá uns gritinhos que são mais parecidos com um chamado do que com um choro. É mais como um "ei! vem aqui!", do que como um "buáááá! vc me largou aqui, sua desnaturada!!!" Então, tudo está mais tranquilo agora.

Eu acho que, daqui para frente, as coisas tendem a melhorar. Exceto na fase em que nascem os dentes, que dizem que é terrível, porque a criança sofre muito, a gengiva dói e coça. Eu imagino que seja o mesmo para nós, quando nascem os cisos. Mas é totalmente compreensível. Nada que um bom colinho de mamãe não resolva, rs. Meu laço com ela também está muito melhor, mais forte, sinto que ela me compreende, que confia em mim. Ela conversa comigo com os olhos, é muito louco isso. E é geralmente nessas "conversas" com o olhar é que ela sorri para mim, olha com atenção, coloca a mãozinha no meu queixo, enfim, interage da maneira que pode. Percebi que ela gosta quando canto para ela. Ela fica me olhando com atenção, depois relaxa e até dorme. E tudo isso me preenche, me faz entrar em um estado de plenitude. Dá vontade de não soltar nunca mais. :-)


terça-feira, 6 de agosto de 2013

1 mês de vida!

Hoje, a Catarina completa um mês! Não vou dizer que passou rápido porque eu senti todos esses dias na pele, nos braços, nos ombros, no abdômen, na cabeça,... Mas faz parte do processo e eu já me acostumei com a rotina. Não sei mais o que é dormir uma noite inteira, não sei mais o que é hora de almoço, hora de janta, minha contagem de horas do dia agora é de três em três horas, dormir de três em três horas, com um olho fechado e o outro aberto, comer de três em três horas, e nada de comida pesada, banho é de 5 minutos aproveitando quando o papai tá em casa, fazer as tarefas domésticas nos intervalos, quando ela está dormindo, e por aí vai. Depois falam que "a gente sente falta dessa fase". Sei.

Mas, como tudo na vida, a gente acaba se acostumando. Agora, já consigo arrumar um tempinho para ficar no computador (minha única forma de me comunicar com o mundo, pois ainda não posso sair com ela). As visitas eu restringi até ela tomar as primeiras vacinas. É bom não correr riscos. Mesmo porque, ela passa a maior parte do tempo dormindo, então, as visitas acabariam frustradas. Ela quase não fica acordada. Geralmente, ela passa mais tempo acordada de manhã e à noitinha, ou seja, fora do horário normal de visitas, rs.

Com um mês, ela já está bem esperta. Já olha para a gente quando chamamos, já acompanha objetos dentro do campo de visão, já olha para a televisão, interage colocando a mão no nosso rosto, faz força para se erguer, olha pra gente prestando atenção, parece até que entende o que a gente fala. É uma delícia interagir com ela. Não é nada muito intenso, mas, como mãe, eu acho tudo o que ela faz lindo, hehehe. 

"Eu que fiz"